Patioba
... árvore brasileira... ... onde os índios cozinhavam ... do latim.... Syagrus botryophora
Segunda-feira, Janeiro 04, 2010
Quarta-feira, Setembro 09, 2009
Da hereditariedade
- Mamã, é Primavera?
- Não, filho, é Verão e está quase a chegar o Outono, quando os dias começam a ficar mais pequeninos, o sol vai para o outro lado do planeta para aquecer os outros meninos, e por isso fica mais frio...
- Porquê vai aquecer os outros meninos?
- Porque os outros meninos também precisam do sol, para poderem ir à praia fazer castelos e brincar nas pocinhas de água....
- O sol vai brilhar para esses meninos?
- Vai!
- Não quero chuva. EU QUERO O SOL SÓ PARA MIMMMMMM!!!!!!!!!!!!!!!!!
Quarta-feira, Junho 24, 2009
Ao nível do esterco (cá está, mais uma palavrinha maravilha para evitar uma asneira na minha peciosa janela para o mundo, que isto pode ser lido por crianças antes das 11h da noite que venham à procura de...... de..... que venham à procura de alguma coisa!)
Dizia eu que ao nível do esterco, posso dizer que já quase respiro por uma palhinha, tentando limitar os movimentos à simples contracção e distenção dos pulmões. O cérebro funciona em consonância com a necessidade que lhe é dada, ou seja, produz cerca de NADA, por segundo.
Em tempos idos conseguiria chegar ao pé do esterco e dizer-lhe exactamente e ao milimetro aquilo que pensava dele, mostrando o caminho e até dando-lhe a mão para subir à ponte mais próxima. Em necessitando, dar-lhe-ia aquele pequeno, mas eficaz, balanço. É bom ser-se solidário! Só que..... a idade trouxe-me uma ou outra ruga de expressão, diminuição da acuidade visual(2º par de óculos em 6 meses! valente! se é para padecer de alguma coisa que seja diferente e servir de exemplo, que a medicina também precisa de coisas novas para espevitar!!!!!, ponderação em vez de reacção! Haa! e nada de cabelos brancos! Também, não pode ser tudo mau!
Vai daí, então, que esta ponderação não me permite mandar para a querida mãezinha, excelente profissional do ramo dos prazeres carnais com distinção e louvor, a caminho da condecoração nacional (lá está... outra vez a contornar!) o tal esterco... e isso faz-me falta.
Pronto, era só para saberem!
Sábado, Maio 09, 2009
Quarta-feira, Março 11, 2009
(...)
- Aqueles meninos vão para a escola, mamã!
- Pois é!
- Eu também vou para a escolinha, eu também vou para a escolinhaaaaa....
- Boa! E gostas da escolinha?
- Sim! Obrigado mãmã!
E abraça-me, forte, com aquele sorriso maroto...
Chega a ser comovente ver a felicidade dele!
Segunda-feira, Janeiro 26, 2009
Sexta-feira, Outubro 31, 2008
A medicina no trabalho deve ser uma especialidade que se pode conseguir diploma num qualquer curso à distância, tipo CEAC ou um outro congénere!
Pergunta-me o suposto médico se vejo bem. Encolho os ombros e, antes de poder articular alguma palavra, quer saber se vejo bem ao perto e ao longe. Respondo que melhor ao longe do que ao perto sendo, outra vez, interrompida pela ordem para ler a última linha do catrapázio com as letras da praxe.
Bem comportada, que sou, li. «Muito bem», diz o senhor, dando um trejeito à boca que me permitiu ver-lhe todos os dentes da frente, impressionantemente, estragados. Continuou o veredicto, dizendo que só a partir dos 40, vá 50, é que as mulheres começam a ter problemas de saúde e de visão em particular. «Vê bem, claro que vê bem!»
Se ia com reservas para a consulta, naquele momento, todas elas se confirmaram e associaram-se a uma enorme vontade de rebolar no chão a rir, considerando que uso óculos desde 16/17anos com diagnóstico inicial de vista cansada, evoluindo para hipermetropia anos mais tarde! Sim, costuma aparecer por volta dos 40, mas não, não sou caso único.
Felizmente que as análises têm os valores de referência e que consigo perceber que todos os resultados cabem nos parâmetros indicados. Ou seja, daquilo que foi analisado não vou morrer em breve!
A 30 e qualquer coisa euros por cabeça, que custa aquele serviço à entidade para a qual trabalho, vezes os quase 1500 funcionários que lá vão ouvir estas e outras barbaridades, se juntarmos que a clínica se estabeleceu num local privilegiado da cidade a custo zero, por acordos informais por baixo da mesa, e, quem sabe, até por cima e mesmo nas cadeiras…, parece ser um bom negócio!
E óculos? Alguém quer comprar dois pares? Uns azuis e outros castanhos? Modernos? Querem?



